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terça-feira, 21 de junho de 2011

Circular
Sou do tamanho do galho ressecado pela estação, mas que não pode quebrar, que observa a passagem do tempo, do modernizado, um tempo sem amor, sem compaixão, sem lei e sem lutador. Fomos  transformados em guerreiros inertes diante da posse e do poder, guerreiros de batalhas perdidas, sem luta. O céu testemunha as ações e se esconde sob o gris dos dias difíceis. A luz sob as nuvens tem medo do mundo sombrio em que nos transformamos. Somos sombras na caverna, confinados aos nossos próprios movimentos, que são contrários ao Ser. A força destruidora latente em nós promove os estragos que fazemos a nós mesmos. Haverá esperança? E o que esperamos? Somos nossa própria herança. Mas enquanto houver um amanhecer...

Um comentário:

  1. Enquanto houver poesia... fotografei meu caquizeiro desfolhado e forte em pleno final de ontono e escrevi ou descrevi minha mente em folha, em pó, em chão

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