Às vezes o presente tem aquele ar de passado, o som nostálgico dos dias, o silêncio cardíaco das vozes esquecidas... As avenidas abertas nos paralelos do tempo descortinam a saudade escondida nos sorrisos diurnos, a luz do sol disfarça o breu triste da vida, onde os caminhos não são trajetos oficiais ou obrigatórios, apenas se desdobram em possibilidades de escolhas, nas suas respectivas consequências, submissas ao destino...
Às vezes o coração para no tempo e as horas passam...
Krika 27/03/2013